INVESTIMENTO: Governo cria Cédula de Produto Rural Verde

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No Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro assinou  nesta sexta-feira (1º,) decreto que cria a Cédula de Produto Rural (CPR) Verde. A cerimônia, em alusão aos mil dias do governo,  contou com a presença de diversas autoridades. De acordo com o Ministério da Economia, a CPR Verde é uma nova alternativa de mercado para as empresas interessadas em compensar voluntariamente a emissão de gases de efeito estufa, criando “oportunidades de investimentos agroambientais e incentivando a preservação do meio ambiente e de uma economia de baixo carbono”. Para o produtor rural que executa ações de preservação ambiental na sua área, será uma fonte de renda extra. Na prática, a CPR Verde representa um instrumento de pagamento por serviços ambientais (PSA), mecanismo econômico estabelecido no Código Florestal ) para fomentar a conservação do meio ambiente, bem como a adoção de tecnologias e boas práticas que conciliem a produtividade agropecuária e florestal, com redução dos impactos ambientais. A cédula será lastreada no estoque de carbono de vegetação nativa, na absorção de crédito de carbono da produção agropecuária e em outros benefícios ecossistêmicos. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, trata-se de uma “ferramenta extraordinária”. “Agora estamos definindo o direito de propriedade em relação ao carbono, na transição para uma economia livre de carbono”, afirmou Auxílio Brasil está “praticamente garantido”, afirma Guedes

ARTICULACAO

Guedes diz que ideia de que Brasil não vai crescer em 2022 é 'blá blá blá, é fake news' - Jornal O Globo

Durante a cerimonia no Planalto, o ministro da Economia, Paulo Guedes ainda  destacou a articulação com o Legislativo e disse que espera apoio para a aprovação da PEC dos precatórios, um pré-requisito para a criação do programa Auxílio Brasil, em substituição do Bolsa Família.“O Congresso vai nos ajudar. Precisamos da PEC dos Precatórios, que assegura espaço para os programas sociais e precisamos da reforma do Imposto de Renda. O Congresso aprovando isso, temos garantidos o Bolsa Família, subindo mais de 60%. O programa está praticamente garantido”, disse o ministro. Sobre os precatórios, ele disse ainda que aguarda sinalização do Supremo, mas que o governo dará seguimento à solução legislativa.

DEU NA MÍDIA

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, trocou de cargo no Palácio do Planalto. A nomeação como assessor especial da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República foi publicada nesta sexta-feira (1º/10) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).Desde junho, Pazuello ocupava o cargo de secretário de Estudos Estratégicos do órgão que foi extinto após mudança na estrutura da Secretaria. Ele continua subordinado ao almirante Flávio Rocha, atual secretário de Assuntos Estratégicos. No lugar da Secretaria de Estudos Estratégicos e da Secretaria de Planejamento Estratégico, foi criada a Diretoria de Projetos Estratégicos.

DEMANDA

Rodrigo Pacheco oficializa candidatura à presidência do Senado - Politica - Estado de Minas

Agora vai…O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), comentou nesta sexta-feira (1) sobre a demora na realização da sabatina de André Mendonça, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar a cadeira deixada por Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal (STF). Pacheco reconhece o atraso, e afirma que procura torná-la possível ainda no mês de outubro.A indicação de Mendonça está parada na Casa desde julho. De acordo com o senador, existem duas principais dificuldades enfrentadas para o agendamento da sabatina. A primeira é a análise por parte da Comissão de Cidadania e Justiça (CCJ) do Senado, que possui múltiplas demandas além da indicação para ministro do STF.

TRABALHO PRESENCIAL

O governo federal determinou o retorno dos servidores públicos ao trabalho presencial. De acordo com o anúncio, permanecerão em home office apenas os funcionários que tenham a saúde comprometida. A Secretaria de Gestão e de Desempenho Pessoal do Ministério da Economia exigirá declaração de vacinação completa há no mínimo 30 dias para o regresso, que deve ocorrer em 15 de outubro, data que a instrução normativa editada nesta sexta-feira (1º/10) passa a valer. “Todos os servidores e empregados públicos ficam elegíveis para fins de retorno ao trabalho presencial”, frisa trecho do documento.

ECONOMIA

Os principais indicadores do mercado financeiro brasileiro operam no campo positivo nesta sexta-feira, 1º, a despeito do pessimismo no cenário internacional e o risco fiscal doméstico no radar dos investidores. Por volta das 11h10, o dólar registrava queda de 1,08%, a R$ 5,387. A divisa norte-americana encerrou a véspera com alta de 0,29%, a R$ 5,446. O desempenho fez o câmbio fechar setembro com avanço de 5,3%. Desde o início do ano, o dólar valorizou 5% ante o real. Ignorando o clima negativo nos principais mercados internacionais, o Ibovespa, referência da Bolsa de Valores brasileira, operava com alta de 0,81%, aos 111.875 pontos. O pregão desta quinta-feira, 30, encerrou com queda de 0,011%, a0s 110.979 pontos. O resultado fez o maior índice da B3 registrar queda de 6,5% em setembro, o pior saldo desde março de 2020. Desde janeiro, o Ibovespa acumula queda de 6,7%.

ESTATÍSTICA

Idosos na região central de Brasília.

Em 2030, o Brasil terá um número maior de idosos do que de crianças pela primeira vez na história. Em 2050, as pessoas com mais de 60 anos representarão 30% da população brasileira, um contingente de quase 70 milhões de pessoas. Será o dobro de participação em comparação ao ano 2000. Nesta sexta-feira, 1, é celebrado o Dia do Idoso. A data chama atenção para essa tendência demográfica e para a necessidade de incluir a população mais velha, social e profissionalmente.O cenário traz desafios sociais e econômicos. A expectativa de vida, que hoje é de 76,6 anos, aumentou em 31 anos desde a década de 40, impactando a previdência. A digitalização tende a excluir profissionais mais experientes do mercado, à medida que a tecnologia absorva funções gerenciais. Os mais velhos também sofrem com o estigma de serem mais conservadores e desatualizados tecnologicamente.

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