‘A diferença entre o remédio e o veneno é a dose’, lembra pesquisador Danilo de Oliveira, sobre os riscos da auto-medicação com a cloroquina

Por João Negrão, da Editoria

Neste Bate-papo o pesquisador Danilo de Oliveira comenta sobre o uso indiscriminado do cloroquina, medicamento disseminado como milagroso no tratamento da covid-19, que se não forem atentados os devidos cuidados pode se reverter em mais casos de morte.

“A diferença entre o remédio e o veneno é a dose”, relembra a máxima Danilo de Oliveira, entre outros alertas dados nesta entrevista.

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em desenvolvimento sustentável, mestrado em Psicobiologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e doutorado em Ecologia na UnB, Danilo de Oliveira há cinco anos trabalha no laboratório de Neurofarmacologia da UnB, onde pesquisa fármacos para doenças neurodegenerativas através de venenos de animais da fauna brasileira.

Confira:

Um comentário em “‘A diferença entre o remédio e o veneno é a dose’, lembra pesquisador Danilo de Oliveira, sobre os riscos da auto-medicação com a cloroquina

  • terça-feira, 19 de maio de 2020 em 19:53
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    Só gostaria de acrescentar uma coisa. A previsão para o início da distibuição de uma vacina é em torno de um ano e meio e não cinco anos como foi dito no vídeo (o que é uma previsão otimista). No entanto, mesmo após o início da comercialização da vacina não é garantido que as pessoas estarão imunizadas já que não se sabe ao certo a taxa de mutação do vírus. Algumas vacinas precisam ser reaplicadas a cada 10 anos, como a do tetano, enquanto outras tem que ser reaplicadas todo ano, como a da gripe comum. Então, é necessário continuar acompanhando a evolução do vírus por alguns anos mesmo depois do início da distribuição da vacina para saber se a vacina será uma imunização permanente ou necessita de reaplicação.

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