AVISO: ‘Se for para ser um banana, um poste, estou fora’, diz Bolsonaro. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(21)

INTERFERÊNCIA

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

Ao falar para empresários  participantes do Congresso Aço Brasil 2019, realizado em Brasília,  presidente da República, Jair Bolsonaro, alertou ser um mandatário que pode “interferir mesmo” em alguns órgãos federais se for preciso. Em uma fala contraditória, Bolsonaro afirmou primeiro não ter interferido em órgãos como a Polícia Federal e a Receita, mas logo em seguida disse ser presidente “para interferir mesmo se é isso que vocês querem”.Ele disse ainda que  acreditar no Brasil e afirmou estar confiante de que a economia está dando sinais de recuperação.

SEM RECUO

Ao sair do Palácio da Alvorada hoje pela manha,  Bolsonaro, afirmou  que o nome do seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), “vai ser apresentado ao Senado” como indicado para a Embaixada do Brasil em Washington. “Não tem recuo”, disse

 

JORNADA DO STF

Os ministros do STF fazem nesta quarta-feira sessões pela manhã e pela tarde, para avaliar dezenove anos depois de ser sancionada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso,  a validade da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) t O plenário julga neste momento oito ações que contestam uma série de dispositivos da LRF, entre eles a possibilidade de Estados e municípios endividados reduzirem a jornada de trabalho e cortarem o salário de servidores públicos.

 

LDO

O Congresso Nacional realiza uma sessão conjunta de deputados e senadores, nesta quarta-feira,  para votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, que prevê reajuste do salário mínimo de R$ 998 para R$ 1.040 no ano que vem, sem ganhos reais e um aumento nominal de 4,2%.

CONTAS NO VERMELHO

Além do reajuste no salário mínimo, LDO estabelece metas e prioridades para o exercício financeiro do ano seguinte e também define a meta fiscal, prevendo um déficit primário de até R$ 124,1 bilhões.O governo prevê que as contas ficarão no vermelho até 2022, isso sem contar receitas e despesas com juros da dívida

MANIFESTAÇÕES

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, recebeu das lideranças de grupos como Aliança Brasil, Avança Brasil, Brasil nas Ruas, Vem pra Rua e Organização Nacional dos Movimentos (ONM) para discutir as pautas que serão defendidas na manifestação marcada para acontecer no próximo domingo (25).

CAMPANHA PARA  DALLAGNOL

Sobre a nomeação de Deltan, os grupos pontuam que ele esteve “comprometido durante anos de luta contra a corrupção e a impunidade”, citando o apoio à campanha “Dez medidas contra a corrupção”, que pede por mudanças para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção. Já sobre a lei de abuso de autoridade, a carta pontua que o projeto foi “votado na madrugada, secretamente” e de forma orquestrada contra os avanços da Justiça.

 

AMIGO DE GILMAR

Integrantes da cúpula da Receita querem a demissão do chefe da área de inteligência, Ricardo Feitosa, nomeado em maio para o cargo. Segundo subsecretários ouvidos pela reportagem, o nome é uma indicação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que foi alvo de investigação interna do Fisco. Ao Estado, Gilmar disse conhecer Feitosa de Cuiabá, mas negou ter feito qualquer indicação para cargos na Receita.

SILÊNCIO DE MOURÃO

O vice-presidente Hamilton Mourão interrompeu seu período de silêncio e, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, disse que o presidente Jair Bolsonaro decidiu “tratar pessoalmente” da comunicação. E que ele, Mourão, “está cuidando” do seu “quadrado”. Alvejado pela ala ideológica do governo, que o acusou de tentar ofuscar o presidente, Mourão deixou de dar entrevistas diárias sobre os diversos assuntos da República.

 

REUNIÃO CANCELADA

A Câmara dos Deputados cancelou a audiência que discutiria a liberação de agrotóxicos no País. Organizada a pedido do deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a reunião contaria com a presença dos ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Agricultura, Tereza Cristina.A decisão foi adotada em virtude do falecimento da mãe de criação da ministra. audiência foi remarcada para 4 de setembro.

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