Conheça a Escola da Árvore, um projeto de educação diferente do tradicional

 

Muitas árvores, hortas, uma casinha de pau a pique, brinquedos sustentáveis, parede de escalada e até galinheiro. Na hora de ir embora, as crianças choram para ficar. O que parece um cenário de colônia de férias, na verdade, é uma escola. E para receber os alunos no primeiro dia de aula deste ano, a direção pensou em instalar ainda um borboletário, mas os pequenos negaram. O motivo? “Isso é uma prisão de borboletas”, concluíram as crianças de 7 anos, em média.

A Escola da Árvore, sem fins lucrativos, surgiu em 2015, a partir da necessidade de Letícia Araújo, 43, e Davi Contente, 33, de matricular o filho em uma instituição que tivesse um bom ensino acadêmico, mas sem deixar de lado tudo o que é “importante para a vida”. O casal tem conhecimento em pedagogia: ela é mestre em educação pela Universidade de Brasília (UnB) e ele, pesquisador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Então, tudo o que eles viam nas escolas não dialogava com o que sonhavam. A solução, assim, foi criar a própria instituição.

“Queríamos buscar um espaço de educação em que a gente acreditasse que fosse significativo e tivesse algum impacto positivo na vida do nosso filho, que estava com 3 anos na época. Na hora de colocá-lo no ensino escolar, ficamos assustados vendo lugares que eram enfadonhos, de uma educação que não fazia sentido. Então, criamos a Escola da Árvore, no Lago Norte, com muita coragem, porque nós acreditamos na escola como instituição, mas ela precisa ser repensada”, explica Letícia.

 

Com informações do Correio Web.

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